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Curiosidades de Campos do Jordão

Curiosidades de Campos do Jordão

7 de setembro de 2019 • Categoria: News, Passeios

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Campos do Jordão é uma cidade atraente e muito requisitada, não só no inverno, como também em qualquer outra época do ano. A cidade turística e badalada não é construída apenas de beleza, Campos tem muita história para contar e possui algumas curiosidades que você precisa saber!

Construções em estilo europeu

Vamos começar pelas construções arquitetônicas em estilo alemão que estão presentes em toda a cidade.
Algumas casas em são inspiradas no estilo típico europeu, que consiste em paredes montadas com hastes de madeira que se encaixam entre si e esse estilo de estrutura é bem comum no sul do país, mas em Campos do Jordão, elas são construídas com outros materiais, como: blocos de taipa, tijolos maciços, pedra e/ou barro.
O fato é que, mesmo com esse estilo diferente e materiais inusitados, a cidade criou esse ar europeu que tanto atrai turistas e visitantes.

Ar puro das Montanhas

Falando dos atrativos da cidade, você sabia que ela já foi referência no tratamento de pessoas com doenças respiratórias e tuberculose?
Por conta de seu clima fresco, ar puro, grande área verde e cachoeiras, a cidade se tornava um lugar de alta qualidade de vida para esses pacientes, tanto que seu bonde (hoje usado para Turismo) foi criado para o transporte desses pacientes. A cidade também já chegou a ser eleita como um dos lugares com o ar mais puro do mundo, isso mesmo, do MUNDO!

Cidade mais alta do Brasil.

A altitude média de Campos do Jordão, segundo o IBGE, é de pouco mais de 1.600 metros acima do nível do mar, com algumas variações nas suas colinas e vales. O ponto mais alto do município é o Pico do Itapeva, com 2.030 metros acima do nível do mar. O pico fica a apenas 35 metros do limite entre os municípios de Campos do Jordão e Pindamonhangaba. De lá é possível observar 15 cidades da região do Vale do Paraíba

Tem cara de Suíça e Alemanha, mas foi fundada por um Português

Campos do Jordão tem construções marcadas por uma identidade bem europeia, mas na realidade foi ocupada por índios, desbravadas por portugueses e desenvolvida por nordestinos, graças ao forte papel dentro do comércio da cidade, fundamental para sua economia e para a movimentação do setor de turismo. Fundada em 1874 pelo português Matheus da Costa Pinto, que se instalou nas terras, montou uma pensão e ergueu uma capela, ela só viria a ser batizada como a conhecemos hoje em 1934, quando o município tornou-se independente de São Bento do Sapucaí.

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